Window(s) Sex!


Se é bem verdade que de tudo acontece a quem nelas se mete, também não é menos verdade que por vezes as coisas acontecem quando a gente menos espera. Sabem aqueles dias em que vos apetece ter um belo buraco adornado com um par de mamas, ou (para as mulheres) um belo naco de carne congelada em rolo? Sim, nesses dias em que o desejo é tanto, mas a oportunidade é nula! Nesse dias tanto procuramos o tão belo do prazer e tudo o que encontramos é uma réstia de nada e nada mais.



Pois que ontem foi para mim um dia em que nada era tudo o que eu esperava. Ao final do dia, já depois do anoitecer, e antes de rumar a casa, resolvi parar num estacionamento junto da praia, para organizar a minha agenda e alguns contactos. Estava tão embrulhado nas minhas responsabilidades que nem reparei num carro que estava parado a não mais de um metro de mim. Inicialmente fiquei assustado, quase que apavorada, mesmo tendo visto uma jovem e bela mulher só a sorrir dentro do carro. Mesmo desconfiado, continuei com as minhas tarefas, ignorando a presença do carro e da bela dama. No meu segundo olhar, notei que a rapariga vestira um vestido curto e e após este e a bronzeada pele das suas pernas, estava aquilo que aparentava ser os canos altos de umas botas. Agora confirmo. Era mesmo. Apeteceu-me abrir o vidro e perguntar: "Como adivinhaste que não resisto a uma mulher de botas e vestido curto?". Contudo, tentei manter os pensamento longe do meu cérebro inferior, e mante-los no meu cérebro superior. Mas por vezes, ser guloso é difícil, e no meu terceiro olhar, eis que a bela jovem se tocava nos peitos. "Oh puta foda!", pensei eu, ao mesmo tempo que me imaginava já a comer aquela putéfia em cima do capot do carro (do dela claro, que não quero marcas no meu).
Indiferente ao facto de eu estar alheio às suas acções, a bela jovem tocava seus seios, sem me olhar, ao mesmo tempo que com o seu rosto ia evocando expressões de sensualidade. Eu pecador me confesso, pousei as minhas coisas, e mantive o meu corpo alerta para o que se passava! Após uns minutos sem me olhar, e a tocar os seus seios, que apesar de não muito grandes eram bastante sensuais, eis que ela resolve colocar um, e apenas um bico fora do vestido. Sem perceber bem porquê eu estava a adorar, e foi aí que ela me olhou, humedeceu o dedo maior da mão direita na língua, e enfiou-o dentro da sua cona. Neste momento eu era já um homem perdido, sem saber o que fazer, e pior, com o vidro a ficar embaciado! Apressei-me a abrir o vidro, estando a chuva a entrar e a molha-me o banco e as papeladas que nele moram! Ela correspondeu, abrindo também o seu vidro.
Pensei neste momento que o melhor seria sair e entrar no carro dela, para a poder montar e satisfazer, mas depois, pensei para mim que bom mesmo era observar, deixar excitar os meus sentidos, e aguardar por um sinal claro dela! Afinal, para quê estragar o que estava bom!? Foi então que desapertei o cinto e saquei o samurai para fora das calças. Ela, esticou o pescoço e espreitou. Sem falar, usando apenas  indicador que terminava numa unha arranjada a laranja, me pediu para acender a luz. Talvez para o ver melhor!! Acedi, e perante o olhar dela o meu grosso pau parecia que explodia! A cara de quem gostava do que estava a ver ainda me deu mais tesão. Na medida em que a luz permitia, ela foi-se tocando, deixando-se cair sobre o banco, e alternando entre gemidos e olhares fechados, com olhares bem gulosos sobre o meu pau! Eu apenas a olhava enquanto agarrava bem forte no meu piço, que estava tão grosso que precisava aplicar toda a força do mundo para o segurar.
Eu estava a sentir a vir-me e ela também parecia quase. O sinal de um eventual contacto não chegava e eu mentalizei-me que não a iria comer. Contive-me até ao momento em que ela explodiu de prazer. Que belo ver aqueles cabelos negros a serem esmagados no banco, enquanto ela gemia quase insonorizadamente. Poucos segundos depois, já com a cabeça toda inchada, a minha piça esporrou-se. Fiz questão de guardar todo o leite sobre a palma da mão esquerda e de lho mostrar. "Gostas" perguntei ainda eu. Ela simplesmente sorriu, fechou o vidro, ligou o motor e desapareceu!

Não sei se foi o melhor orgasmo que já tive alguma vez, mas esta experiência foi sem dúvida para lá de óptima!

3 comentários:

BC disse...

"Inicialmente fiquei assustado, quase que apavorada, mesmo tendo visto...."

Apavorad(A)? Que lapsus...:)

Charmoso disse...

BC, essa tua leitura atenta do texto revelou uma vontade de incluir no rasto da tua experiência algo semelhante.... ahaha

beijinho

R* disse...

Gostei da banda sonora! ;)