Sou um parvo ignorante de cada vez que presto atenção a uma mulher cuja arrogância me faz chatear.
Penitência: 100 cabeçadas em parede de pedra granitíca seguido de 200 pontapés nas bolas.
bah!!
O casamento é um relacionamento a dois no qual uma das partes está sempre certa e a outra parte é a esposa.
Sou um gajo que se sente desconfortável com aquela típica situação do "vamos tomar café". Detesto o ambiente dos normais cafés e ou pastelarias, e não acho piada nenhuma ao facto de ter de se partilhar um café para se poder falar com alguém.
Serei o único a pensar isto?
Este post poderia ter diversos títulos, que poderiam fazer de imagem a tudo quanto representa a violência doméstica. Lembrei-me de escrever sobre isto dado o número elevado de casos difundidos na comunicação social nas últimas semanas.Um caso já seria um exagero, digo eu...
Pergunto-me: o que leva uma pessoa a querer viver o seu próprio filme de terror?
É de louvar quando uma mulher tem o dom de tornar o acto de foder um apêndice da amizade.
Quanto menos ganhas, menos dependente és, mais feliz te tornas!
Qualquer ser humano racional com pelo menos mais de dois neurónios ligados entre si por um conjunto de neurotransmissores. Quando digo ligados, refiro-me a uma forma metafórica de tratar o assunto, visto que todos nós sabemos que os neurotransmissores não estão ligados entre si, mas que transmitem a informação utilizando proteínas que atravessam a fenda sináptica.
Mas não vou estar aqui a desperdiçar as belas das linhas com coisas que toda a gente sabe. Estava portanto eu a dizer que qualquer homem ou mulher com mais de 27 anos, dois neuronios, e vida social activa se lembra das ditas cujas cassetes! Para os mais novos, passo a explicar que as cassetes não eram mais do que um dispositivo que, através do recurso a uma fita magnética fazia gravações. Mais ou menos o que ainda se utiliza nos cartões multibanco (para quem ainda não o tiver de chip). Nós, os jovens do passado, utilizávamos estas cassetes para fazer gravações de músicas que passavam na rádio. Gravávamos, regravávamos e ficávamos todos fodidos quando um locutor iluminado interrompia a música. Era divertido, exigia concentração e ocupava-nos o tempo.
Não consigo evitar a analogia temporal. Antigamente eram as cassetes e hoje é o MP3. A lei do cybercrime pune quem partilhar ficheiros musicais. Ora, senhores agentes, expliquem-me lá a diferença entre sacar músicas da net ou fazer gravações da rádio. E os artistas que me expliquem porquê justificam a falta de vendas com a globalização da Internet. Hoje saca-se da internet, antigamente gravava-se da rádio.
Apenas uma comparação óbvia!
Informação vital
Idade: 29 anos
Profissão: Sedutor Profissional
Localização: Norte - Portugal
O resultado de tantos anos de depravação avançada, é um blog onde a palermice evapora pelo poros do meu ego. Sedução, jogo e emoção. Na verdade o importante é perceberes que hoje é a ti que eu AMO, mas amanhã não será!
Se é a primeira vez que vem a este blog prepare-se, é bem provável que queira voltar: é que um parvo encontra sempre outra pessoa ainda mais parva que o admira!
BOAS LEITURAS
Beijos com charme
"Did you have a good world, when you died, the enough to base a movie on it??!??"
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