Where do creatures meet?


"Coragem (do latim coraticum, do francês coeur+age) é a habilidade de confrontar o medo, a dor, o perigo, a incerteza ou a intimidação. Uma pessoa corajosa é uma pessoa que, mesmo com medo, faz o que tem a fazer. Pode ser dividida em física e moral."

Normalmente os macaquinhos nas nossas cabeças só nos servem para impedir que avancemos com aquilo que a nossa pré-programação genética nos ordena, ou seja, a busca constante do prazer, do alimento e da procriação. Impede-nos de agir com o coração (coeur + age), e mostrar a nossa tão falada coragem. 
Eu conheci a HM num belo dia cinzento de Inverno, onde a chuva e o frio dominavam. Ela descontraidamente fumava um cigarro abrigada numa espécie de alpendre de um edifício de onde eu acabara também de sair. A sua beleza chamou automaticamente a minha atenção, e num gesto inteligente, puxo de um cigarro e abordo-a com um tradicional "tem lume?". Ela, sem verbalizar, acendeu o seu isqueiro e eu lá acendi o cigarro. "Obrigado", educadamente agradeci eu. Comecei a falar de coisas sem interesse nenhum, brainstorming de frases sem sentido na tentativa de arrancar palavras, e de ouvir a sua voz. Ela apenas respondia com algumas expressões e acenos com a cabeça. Quando (até eu) já pensava para mim que daquele mato não ia sair coelho, a HM atira o seu cigarro e diz-me: "És simpático. Mas não gosto de conversar aqui na porta. Dá palha para conversa. Anda, vem tomar café comigo." Daí a estarmos a trocar números foi um instante. Começamos a falar regularmente, e a conversa ia sempre descendo no nível, mas subindo no interesse.
Não foi fácil conseguir convencer a HM a jantar, também devido às diferenças geográficas, mas também porque ela tinha medo de agir com o coração, de agir com coragem. Mas my name is Charmoso e delicadamente fui insistindo até que ela cedeu. Fomos jantar a um sítio agradável, escolhido por ela, bebemos um bom vinho, conversamos, rimos e desenvolvemos a nossa empatia. Já tocados pelo espírito rejuvenescedor de um digestivo, ela desafiou-me:

- Terminamos a noite num bar, meu darling Charmoso?
- Não. Sei de um sítio bem melhor para terminar a noite. - arrisquei eu.
- Não devia, mas vou confiar em ti. Leva-me lá a esse sitio... - concordou a HM, com um ar de riso


Arranquei com destino a um parque de estacionamento meio vazio.No rádio do carro uma música calma e relaxante. Em mim uma enorme vontade de sentir o tesão que fazia vibrar a HM. E no banco do passageiro, seguia ela, bela e formosa, de saia curta e meias escuras... Chegados, começamos com algumas brincadeiras e risos, até que finalmente os nosso lábios se tocaram. A partir desse momento a grande dificuldade era conseguir separá-los. Ela beija-me de forma intensa, sensual e quente. Estava a adorar cada passagem da sua língua pelos meus lábios. Com as nossas bocas embrulhadas, resolvi começar a explorar o seu corpo, percorrendo com as minhas mãos todo o seu corpo, até parar no seu generoso peito. A forma bastante arredondada de seus peitos estava a deixar-me extasiado. Eu estava a tentar prolongar os meus desejos ao máximo, mas não resisti a sacar-lhe um peito para fora da blusa, e a chupar o seu bico que já estava tão teso que mais parecia a ponta de um cabide. Ela, de forma meio envergonhada, meteu a mão no interior das minhas calças, agarrando o meu pau que para além de grosso e teso estava também todo babado de tesão. Não se fez rogada a dizer que era um belo pau, o que para mim não foi novidade nenhuma. 
Para estar em pé de igualdade com ela, usei a minha mão, grande e grossa, para lhe acariciar as pernas sensuais até encontrar a sua toca gulosa. Com o dedo grande acariciei a sua cona toda molhada, fazendo passar todo o liquido do tesão pela cona inteira, para a deixar bem molhadinha como eu gosto. Enquanto eu me divertia no seu buraco, ela ia brincando com o meu dardo quente, e iamo-nos beijando como dois esfomeados sexuais. Quando senti que a sua ratinha parecia um forno, concentrei os meus esforços no seu botão mágico. Acaricei com a pressão e delicadeza que o momento exige, e ia alternando estas caricias metendo o dedo bem fundo da sua cona, gesto ao qual ela se contorcia toda de prazer. O ritmo foi aumentado até que finalmente ela atingiu um orgasmo maravilhoso, gemendo e gritando e agarrando o meu pau com a força de quem o queria completamente. 
Nada invejosa, a HM, baixa-me as calças e os boxers e sem grandes falas coloca todo o falo na sua boca, sugando todo o sumo do prazer que banhava a cabeça do meu pau, que reluzia como uma estrela. Abocanhado com grande vontade, em pouco tempo senti que estava na minha hora. Ela, pressentindo que eu me estava a vir, retirou o pau da boca, deixando com que eu me esporrasse para cima de mim mesmo, sentindo o calor do liquido da minha entranha.
Descansamos um pouco, e a minha vontade era de voltar à carga e de a foder todinha, enterrando bem fundo no seu buraco, mas conversa puxa conversa e acabamos a noite abraçados, mas sem foder. Mas oportunidades haverá muitas e foi uma noite que eu gostei particularmente. 

Agora ando louco por lhe saltar à cueca. 

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