(A)mar(-)te

Eu - Sabes o que me apetecia? Apetecia-me ir a Marte!
Mulher - Ir amar-me? Podes-me amar aqui, não precisas de ir a lado nenhum!!
Eu - ????????
Mulher - Mas eu gosto mesmo é de quando me amas na cama!
Eu - ???????????????????
Mulher - Tu no fundo, no fundo, és um romântico!
Eu - !!!??!?!?!!!!!?!???!?!??!?!????!?!?!?!?

Write your future!

Pela primeira vez na vida, eu reconheço que invejo o Cristiano Ronaldo. Ele até pode ter comido a Paris Hilton, mas nem isso me causou inveja (aposto que ela não fode um caralho). Mas desta vez fiquei roidinho de inveja...







O meu sonho de vida era contracenar com o Homer Simpson!!!!!!!

A noite fodida que nunca o chegou a ser!

GOSTAR:
v. intr.
1. Achar bom gosto a. 2. Ver com prazer. 3. Achar-se ou dar-se bem. 4. Ter inclinação. 5. Ter afeição. 6. Usar; ter por hábito. 7. Simpatizar.
v. tr.
8. Provar. 9. Ter satisfação em.

Como prémio pela sua persistência, inteligência e capacidade de persuasão (só porque não quero começar este texto a usar no imediato a palavra sedução), lá entendi que devia um convite à Docinho para uma saída (nocturna, pois está claro!!). Estava convencido de que ia molhar o pincel. Aliás, tinha como garantido que era certinho que ia molhar o pincel!!


Mas as coisas nem sempre correm como nós queremos, e apesar do agradável jantar (ou também se pode ler a tentativa falhada de emborrachar a catraia), e da boa conversa (ou a minha enorme capacidade de dizer "quero-te foder" usando diversos temas de conversa), a foda saiu ao lado, e o fodido fui eu. Óbvio que como "bon vivant" e persistente, não desisto. Será que vou comer esta tentação de chocolate? Ou será que a Docinho vai continuar a ter um comportamento teaser que me deixa enlouquecido ao ponto de quase me vir só de tentar papá-la????

Aceitam-se apostas!

Duas perguntas!

1º - Alguém sabe o que se costuma dizer a alguém, quando esse alguém se está a rir para nós? (pista: vai-te rir para ... ahahahahah)

2º - Alguém sabe porque é que eu hoje vou nanar tristinho?

O bom e o mau tarado!

Conceito bastante influenciado pelas mentalidades conservadoras da nossa sociedade, o tarado é muitas vezes visto, ou melhor dizendo, é sempre visto como um individuo disfuncional da nossa sociedade cuja forma de viver o sexo representa um enorme distúrbio mental!
Confesso-me um verdadeiro tarado pelo sexo no verdadeiro sentido da palavra. E o verdadeiro sentido da palavra retira-lhe ao conceito qualquer adjectivo menos bom que um frustado conservador mau pinante ou ejaculador precoce lhe pode adicionar!

Para vocês o que é um tarado sexual??

Uma verdade...

Trago em mim cada lugar teu . . .

Reportagem da Revista Sábado

Para quem leu a revista "Sábado", deparou-se com uma extensa reportagem acerca da vida sexual de um médico que nos últimos 4 anos fodeu com mais de 80 mulheres diferentes. O número não me parece exagerado, até para quem tem alguma facilidade no acesso à sedução no dia-a-dia.
Revejo-me em muito daquilo que lá vem escrito, principalmente que um viciado em sexo é um doente, e precisa de cura. Para mim (e para ele) não está em causa quem, mas sim quando, e se isto não é ter um desvio de comportamento, o que será?? Também partilho a noção de que estamos a magoar alguém ao fazê-lo, mas como qualquer vicio, ele é mais forte do que tudo! Para nós, os viciados no sexo, não está em causa a aparência fisica ou intelectual da pessoa, mas sim a necessidade de satisfação sexual. Vale tudo para a satisfação dessa necessidade (excepto prostitutas e mulheres de aparência duvidosa - parafraseando a própria revista e que descreveu na axactidão o mesmo que acontece comigo).

Aconselho a leitura de uma reportagem um tanto mal organizada, com algumas incoerências no relato, mas que reflecte um disturbio que muitos têem medo de assumir.

Sonho de uma vida!

Quem me dera que alguém gostasse de MIM ao menos um bocadinho...


Sem reticências! Quem me dera...

É nos dias em que penso que não há efectivamente ninguém que efectivamente goste de mim, que efectivamente me apetece saborear o paladar da tão falada morte.

How to call a real bitch????

Livre de engates e despedido de soluções, nada mais me restou do que partir para o engate puro e duro. Nada de novo para mim, mas confesso que me senti um pouco enferrujado. E a verdade é que a coisa correu mal. O engate não era lá grande engate, e eu detesto gajas que não sabem foder. Deu pelo menos para eu dar umas valentes gargalhadas.


Quanto à queca em si, nem vale a pena relatar. A gaja não sabia estar por cima, nem de quatro. Só tinha, até à data, levado na cona na posição do missionário... and I was not in the mood for teaching!

Espero melhor sorte para a próxima.

Chasing Cars...

Por vezes, quando me sento ao volante deste meu computador que universalmente me transporta, sinto uma dislexia mental proporcional à minha vontade de escrever. Os momentos do meu dia, da minha vida, correm-me a linha de pensamento, mas de repente tudo é fumo que ardeu no fogo da minha vontade.
Já fazia imenso tempo que eu queria falar da Professorinha. Hoje sentei-me decidido a preservar para todo o sempre, nas linhas deste  blogue a minha história com a Professorinha, uma história que começou muito antes deste blogue.



Sempre mantive segredo no blogue sobre a Professorinha, por ser a mais fascinante de todas as mulheres com quem já me relacionei. Sempre tive medo de, ao escrever, não conseguir fazer transportar para palavras a delícia dos momentos que passei com ela, e a ternura de cada toque e cada sussurrar. Tão especial que a queria guardar só para mim.
A forma como eu e a Professorinha nos conhecemos foi no mínimo pouco ortodoxa. Estão a ver um daqueles "sites" que existiam (e ainda existem) com anúncios pessoais, antes de existir facebook's, hi5's ou blogues??? Pronto. Um contacto chegou para trocarmos os nossos messenger's. Mas a coisa não começou bem. Eu achava-a no mínimo arrogante e "com a mania". Ela pressentia-me mal educado, grosseiro, e sem o mínimo respeito pelas mulheres. Apesar deste pensamento que tínhamos um do outro, fomos mantendo conversas mais ou menos parvas e um tanto ao quanto agressivas no messenger. Um dia, resolvi, não sei por alma de que santo, mudar a minha atitude com ela. Tinha passado mais ou menos um ano desde que nos tínhamos adicionado. A minha mudança de atitude trouxe a pouco e pouco uma melhoria na forma como ela lidava comigo. Começamos a ter conversas normais, e um dia, aconteceu de marcarmos um encontro. Isto sem nunca termos sequer visto as trombas um do outro. Um verdadeiro blind date. Encontramo-nos lá para as bandas de muito longe p'ra caralho, e claro, ela ficou logo encantada com o meu charme (ahahah) e eu com a sua beleza e simpatia. Daí marcamos mais um encontro, outro, mais outro, mais outro, até que aconteceu de nos beijarmos, e passados outros tantos encontros tivemos sexo. Sexo tão bom, que se o descrevesse vocês vinham-se de certeza ao ler. Aí já ela estava surpreendida por achar que a pessoa com quem falava no computador era completamente diferente da pessoa com quem ela andava a sair. E para quem nunca se achou numa relação com uma pessoa comprometida, lá estava ela a enfiar-se na maior aventura da sua vida. Passados alguns tempos de iniciarmos a relação, começaram as pressões inevitáveis para o divórcio. E a partir daqui a relação passou por vários altos e baixos, e eu confesso que alturas houve em que me senti tentado a chegar a casa amarrar em tudo e ceder às pretensões da Professorinha, e momentos houve também em que me apeteceu desaparecer do mapa e não lhe dar mais notícias. Mas falar-lhe era mais forte do que eu. Foram longos e felizes anos os que passei com ela, embora com outras pessoas pelo meio, que mais ou menos iam aparecendo e desaparecendo da minha vida. A velocidade que utilizavam para chegar, era a mesma que utilizavam para partir, basta ver o número de relatos constantes neste blog. No meio disto tudo, aprendi a gostar dela, da sua companhia, e da forma como ela sempre me fez sentir mais calmo e sereno. Junto dela sentia-me realmente bem.No entanto, as coisas acabaram por não acontecer como ela previa, e comigo era impossível ter a relação perfeita. No fundo, nada mais nos ligava a não ser uma bela amizade, e uns momentos de sexo bem passados num motel. Há dias, zangou-se de vez e, foi uma mulher correcta dizendo-me:

"- Desculpa, foste e és a pessoa mais importante da minha vida. Mas a partir de hoje quero viver a minha vida livremente, sem ter de esconder a relação que tenho. A partir de hoje, por favor, desaparece da minha vida."

Obviamente que eu compreendi, e dou um imenso valor ao tempo que ela passou comigo. Eu não aguentaria tanto. Sei que foi das poucas pessoas que realmente se apaixonou por mim, mas também sei que, nesta fase terminal, eu já era apenas o gajo casado que não largava a esposa e de quem ela tinha de se ver livre. Como mulher inteligente que é, aproveitou o melhor da relação, até que nada mais havia a ganhar com isto. E eu vou ter saudades dela, mas vou respeitar o seu pedido.

Muitas pessoas podem ficar surpreendidas com o facto de eu conseguir manter algumas quantas pseudo-relações no mesmo espaço temporal, sem que haja suspeitas ou sinais de parte a parte. Pois, a Professorinha é a minha mais antiga relação (se assim o poderemos chamar), e durou até agora. Até ela decidir que merece mais que "namorar" um homem casado. E com o fim da minha relação com a Professorinha, termina a última das relações extra conjugais que ainda mantinha. E agora?