Like a rock





Se há uma característica que não gostaria de ter perdido na passagem dos 20's para os 30's, é a capacidade de impedir comunicação entre a cabeça de cima e a de baixo.

Grandes dores de cabeça.

Palavras em Silêncio




Tenho para mim que o beijo é a única forma que temos de dizer o turbilhão de palavras que nos congestiona a alma. E dizêmo-lo em silêncio, pois as palavras aqui só serviriam para nada dizer. Um beijo diz tudo. Tenho pena quando um beijo não me sai. São como palavras que se engasgam na nossa mente. Queremos dizê-las mas achamos que o melhor mesmo é guardá-las. Há palavras que não se devem dizer, assim como há beijos que não devem ser dados.
Gosto de preparar previamente todos os meus beijos. A nada sabe um bejo roubado, ao contrário do que dizem, seria como forçar alguém a dizer algo que não quer. Gosto sim dos beijos que saboreamos previamente com o olhar, trocando palavras em silêncio, terminando num beijo cheio de palavras que não poderiam nunca ser ditas de outra forma.

Eu e a sopa

Hoje dei por mim a pensar qual seria a minha refeição favorita. O resultado do meu momento de introspecção foi no mínimo brilhante: sopa! Sim, sopa daquela que se come num prato fundo, quentinha, e que mais não é que uma amálgama de legumes todos triturados, com outros tantos colocados sólidos, cortados aos pedaços.
Se isso faz de mim um sopeiro, assim o seja! Mas, saiba-se, nunca fui muito apreciador de sopeirinhas!

E eu que pensava que a minha comida favorita eram as gajas!

Blogue

Que saudades de ter um Blogue.

As cópias!

Anda por aí um pseudo charmoso a armar-se em plagiador, mas não se preocupem. Charmoso original há só um, este e mais nenhum!



Produto patenteado!

Some days!

Hoje, mesmo sem foder, sinto-me estourado. E carente. Até um pedragulho como eu, meia volta, precisa de mimo.


Sunday shot!


Pergunta estúpida!

Para que serve um grupo privado e secreto de sexo, se não se pode falar dele sem tabús?

Oporto Airport - 6PM




Um tipo (eu) está muito bem sentado, a ler a sua revista, quando passa uma bela crica andante.

"Uau", pensa ele, "começava a morfar esta beleza ao pequeno almoço e só arrotava ao jantar!". A gaja (boa que até doi pensar), repara que ele (eu) a está a galar, e começa a gostar. Tanto que até a anca se baloiça mais!

E nisto a gaja (a boa) dá um tralho (caiu, fez puft) e ele (o famoso cabrão) levanta-se e segue em direcção dela (da boa). Ela (a tal), pensa que ele (myself) a vai ajudar, mas o cabrão (ele, ou seja, eu!), passa por ela e pensa:

Surge et ambula!

E foi nesse sorriso irónico de cabrão misturado com divertimento que ele (eu) seguiu confiante para a casa de banho, pôr o animal a urinar! Tarefa árdua quando se vai pegar nele (em tamanho peso!) O meu!(dele, portanto...).