Não querendo de forma alguma generalizar, tenho em consciência que a maioria dos jornalistas a exercer são profissionais de fraca qualidade. Não faço a mínima ideia do que raio lhes ensinam nas escolas, mas quando leio jornais, revistas (e leio bastante, para ver se aprendo alguma coisinha), ou quando vejo entrevistas na televisão, fico chocado com a quantidade de lixo tóxico colocado no conteúdo de cada notícia, versus a quantidade infinita de informação útil que se poderia condimentar a cada uma delas. Nas entrevistas então é o degredo total. Chego até a pensar que a maioria das entrevistas é demasiado maquilhada! Onde estará a espontaneidade que deveria ser a arma de qualquer excelente profissional?
Desde que montei uma (na altura estudante) jornalista, fiquei com uma preconceito sobre a profissão, baseado na falta de carácter e de massa cinzenta da parolita.
Mas como em tudo, há bons e maus profissionais! No entanto não posso deixar de constatar na falta de qualidade que assombrou uma profissão que tanto influência a opinião das mentes menos betonadas.
Eu gosto. Tenho ereções mais duradouras e excitantes com aquilo que imagino, do que propriamente com aquilo que vejo ou toco.
Tenho um fetish relacionado com isto... Querem saber qual é?
Vamos então por à prova a vossa imaginação, e vou lançar um desafio!
Vão comentando, com as vossas opiniões quanto ao meu fetish! Quem acertar, ganha direito a um jantar a dois, em que a segunda pessoa é um homem encantador, bonito, inteligente, simpático, cavalheiro, bom amante, comunicativo, cof cof cof, chega de me descrever.
Sim, eu sei que estão habituadas a que eu venha aqui falar sobre despir calças. Mas hoje vou ter uma conversinha muito sério com vos otros sobre vestir calças.
Eu não faço a mais pequena ideia de quem inventou a merda das calças de cinta baixa, mas provavelmente foi um tipo que desejoso de mostrar o seu lado mais sexual, resolveu encolher as calças nas traseiras. Ms o meu lado mais sexual não está atrás, mas sim na frente. E fico fodido quando vou comprar calças, porque é uma luta até encontrar umas de que goste. Não acho mesmo piadinha nenhuma a sentar-me e mostrar o rabiosque. E também não gosto de ver uma mulher a baixar-se para apanhar a bolacha e deixar a fisguinha toda aos olhos de quem quer ver.
Hoje os meus filhos foderam-me a cabeça porque queriam ir ao MacDonalds. Nem pestanejei porque, pese o facto de eu nem gostar muito da comida, é sempre um putódromo de gajas boas.
Estava eu a dar ao bife quando reparo numa supergajahiperboa que estava mesmo a terminar a sua refeição na área exterior. Fiquei logo vidrado e qual hamburger qual caralho, eu já só via a gaja a mamar no meu pau.
Sensualmente ela saca de um cigarro e começa a fumar. E foi aí que o caldo entornou. Há regras básicas que quem fuma tem que cumprir.
Primeiro, não é bonito fumar enquanto se tenta sacar, com a língua, o bocado de carne que ficou entalado no buraco do dente. Podem pensar que isso é um processo interno da boca, mas acreditem: toda a gente percebe o que estão a fazer.
Segundo, como em tudo na vida, se querem que algo vos valorize pessoalmente, têm de saber fazer essa coisa. Toda a gente começa a fumar para se armar. Eu não fui excepção, mas felizmente já larguei o vicio! Mas sabia fumar... Fumar, quando bem feito, pode até ser um acto de elegância. Por isso se querem fumar, pelo menos façam-no como manda a batata frita!
Sim, esse tipo quase pré-histórico que afirma a pés juntos não ter Google sou eu. Esse simples facto, altera por si só a minha essência enquanto ser humano, e transforma-me num primata dos tempos modernos. Ao mesmo tempo que a escassez de conhecimento se acentua, paralelamente sobe também a minha vontade de saciar a minha necessidade com a companhia de uma mulher inteligente.
E onde estão elas? Pergunto eu a mim mesmo!! Tenho por diversas vezes esta conversa com a minha tão outra personalidade, e ambos, seres diferentes, nos travamos de razões para chegarmos a um só resultado. Escasseiam tal como a água no deserto.
Sim, para surpresa dos vossos lindos olhos a pestanejar por um bocado de pénis, nós homens adoramos mulheres com uma inteligência acima da média. Eu, pessoalmente, adoro uma mulher independente e inteligente. Sim, eu sei que combinar ambas as qualidades é quase como acertar nos números do euromilhões.
Ter um blogue de merda não é só um poço infinito de coisas más. Por vezes também acontecem coisas das quais nos vimos posteriormente a orgulhar! Desta vez tenho-vos a contar a história de uma pessoa que depois de ler este blogue da treta, ficou com a racha demasiado húmida para continuar a viver, e resolveu vir pedir ajuda aqui ao bombeiro para lhe apagar o fogo. A Red One, apresentou-se via Facebook, com uma conversa tímida, e ao mesmo tempo curiosa. De facto jamais imaginaria que as suas reais intenções fossem de se masturbar comigo no pensamento, tal a horizontalidade do seu discurso. Já diz o ditado que a curiosidade matou o gato, e nós fomos conversando até ao dia em que, após alguma insistência da minha parte, ela cedeu a sair comigo. De noite não porque tinha medo (e porque eu sou feio como o Papão), mas fomos bater um papinho (lol, esta teve piada) ao final da tarde. Encontra-mo-nos nas galerias de um centro comercial e ficamos por ali a conversar um pouco, até que a escuridão se foi abatendo sobre este planeta. Eu estava também curioso, e descobri que uma pessoa que nos agrada virtualmente, pode vir a ser uma surpresa ainda melhor. Só de a ver, confesso, fiquei com um tesão do caraças.
Conversa puxa conversa e ela pediu-me boleia para casa. Claro que eu pensei logo que este voo ia ter escala. Por caminhos não tão frequentados, resolvi ir dando alguma conversa mais picante a esta morena de olhos castanhos. E vocês sabem o meu tesão por morenas! Quando me dei conta, a tímida internauta tinha a mão na minha perna e vagarosamente foi circulando até me tocar o pau que ainda se encontrava aprisionado dentro das calças. Não me fazendo rogado, encontrei um sitio interessante para enconstar e respondi com um longo e quente beijo. Beijos e mãos a reinar, e eu senti que o meu pau estava teso como há muito não o sentia. Desaperto-lhe os 3 botões que lhe seguravam as calças, e coloco os meus dedos bem fundo na sua fenda, já ela toda húmida. Os seus pequenos gemidos de prazer foram gradualmente sendo substituidos por uma maior acção sobre o mau pau, que entretanto já tinha saltado para fora da cela.
Enquanto o meu bravo guerreiro lutava para não se esvair em liquido dentro da sua boca, eu aproveitava para fazer uma batalha com os seus seios, magníficos e com uns bicos que serviam para pendurar a roupa, de tão tesos que estavam. A roupa foi-se separando como que por sublimação do nosso corpo. Encamisei o bicho papão e olhando-a nos olhos penetrei-a lenta e carinhosamente. Ao deslizar para o fundo da sua apertada cona, o meu pau ia palpitando. Beijava-a para acalmar o meu tesão, e apreciava o escorregar do meu rei para dentro do seu castelo. As nossas respirações entrosaram se e o nosso ritmo foi acelerando. Enquanto eu lhe levantava as pernas para a penetrar bem fundo, ela gemia e procurava a minha lingua. Saltou para cima de mim e montou-me como se ela fosse a cavaleira e eu o seu melhor cavalo. Veio-se, gritando de prazer e pedindo sensualmente: "-Chama-me de puta! Chama! Por favor chama!". Eu desenterrei o machado de guerra, tirei-lhe a capa, e manualmente terminei, sujando-a nos peitos e barriga. Ela esfregou-se e enfiando o dedo na sua cona disse-me: "Fizeste valer a tua fama. Fodeste-me como nunca ninguém me tinha fodido!"
Para a compensar por ter sido tão sincera, resolvi sem demoras enfiar a minha cabeça entre as suas pernas, na tentativa de lhe oferecer um novo orgasmo, o que não aconteceu apesar do meu esforço.
A Red One realizou assim a sua fantasia de foder com o Charmoso, e eu não sei se a voltarei a ver, mas gostava.