A festa



 Ando entusiasmado com o convite que a SexyBrunette me fez para a festa de Sexta-Feira. Gosto destas festas erótico-libertinas onde a sensualidade substitui a pornografia. O orgasmo do pensamento é um bom prelúdio para um orgasmo de semén.

A festa da libertinagem!

Coisas que não casam

Hoje cheguei ao restaurante e pedi panados de perú acompanhados de arroz de feijão. Eu gostava de saber quem foi o Prof. Pardal que inventou de fazer o arroz com feijão branco. Fiquei com aquela sensação de que tinha conhecido uma gaja muito boa, e que quando lhe ia enfiar o dedo no ralo, surge de lá uma cobra (como quem diz, uma pilinha...). Engoli em seco e tudo... Há coisas que não combinam...

Pensamento

Porque é que a maior parte das gajas são umas cabras e julgam que o facto de um tipo interessante como eu falar com elas significa que as quero comer?

Ice Ice Baby



Um Dezembro que começa frio, com o arrepio da espinha de não teres cedido ao tanto que te pedi, ao sermos amigos. Desiludido?? Não, porque não me iludi! Mas tinha esperança....


Uma mulher pode ser de gelo, mas eu sou demasiado quente para não continuar a tentar derretê-lo.

Qual é teu "fetiche"?


Conversa de MSN


Pancrácia: O que mais aprecias numa mulher?

Eu: Físico ou emocional?

Pancrácia: Emocional... Não. Vá!! Físico, pode ser...

Eu: Os peitos...

Pancrácia: Fogo, vocês homens só querem saber de mamas! Que piada tem isso!?!

Não necessariamente quando digo isto signifique que tenho preferencia, mas já percebi que sai ao pai....

Dezembro, quente Dezembro





O mês de Dezembro é tradicionalmente um mês de jantaradas e de saídas com amigos. E saídas com amigos significam quase obrigatoriamente gajas, quecas e berlaitadas. Pelo menos significavam, nos meus tempos aúreos. Agora, com a (cof cof cof) velhice, torna-se cada vez mais difícil conhecer pessoas interessadas, também pelo facto de que hoje sou muito mais exigente nas minhas escolhas do que há uns anos atrás.
Foi também no mês de Dezembro que conheci uma das raparigas mais espectaculares com quem já tive o prazer de privar, Ela, pese que no seu tempo não lhe soube atribuir o devido valor, mas mais vale tarde que nunca. Gostava de voltar a estar com ela por todos os motivos, mas principalmente porque merece um pedido de desculpas.
É curioso como sou muitas vezes um cabrão, mas mais cedo ou mais tarde acabo por reconhecer os meus erros, e noutros casos acabo por confirmar a estupidez de algumas pessoas.

Espero que este Dezembro me traga boas novidades também.

Camas

Nesta casa a Mulher dorme em 80% da cama. E não caiam no equívoco de pensar que os outros 20% são meus. Não são! 10% são reservados para as 3biliões de almofadas dela e os outros 10% sobram para mim.
Cobertores, lençois e afins, nem é bom falar. porque não fosse a casa ter um bom sistema de aquecimento já teria morrido por hipotermia.
Para que conste, a cama tem 1,80mts de largura por 2,20 de comprimento. Já foi feita especialmente por medida para não haver zangas e cabermos bem ( e podermos dar umas belas cambalhotas ).

Um dia, juro, compro uma cama só para mim.

Tribunal Constitucional

Quando falam de equidade, deveriam também de ter feito a seguinte pergunta para eles mesmos:

 "Nos últimos 38 anos, neste país, onde esteve a equidade entre função pública e privado?? Na ADSE??? Nãããooooo!!!! Na segurança laboral??? Nãããooooo!!!! No grau de exigência profissional??? Nãããoooo!!!"

E em função disto deveriam ter escrito:

 "Equidade o caralho!"

Where do creatures meet?


"Coragem (do latim coraticum, do francês coeur+age) é a habilidade de confrontar o medo, a dor, o perigo, a incerteza ou a intimidação. Uma pessoa corajosa é uma pessoa que, mesmo com medo, faz o que tem a fazer. Pode ser dividida em física e moral."

Normalmente os macaquinhos nas nossas cabeças só nos servem para impedir que avancemos com aquilo que a nossa pré-programação genética nos ordena, ou seja, a busca constante do prazer, do alimento e da procriação. Impede-nos de agir com o coração (coeur + age), e mostrar a nossa tão falada coragem. 
Eu conheci a HM num belo dia cinzento de Inverno, onde a chuva e o frio dominavam. Ela descontraidamente fumava um cigarro abrigada numa espécie de alpendre de um edifício de onde eu acabara também de sair. A sua beleza chamou automaticamente a minha atenção, e num gesto inteligente, puxo de um cigarro e abordo-a com um tradicional "tem lume?". Ela, sem verbalizar, acendeu o seu isqueiro e eu lá acendi o cigarro. "Obrigado", educadamente agradeci eu. Comecei a falar de coisas sem interesse nenhum, brainstorming de frases sem sentido na tentativa de arrancar palavras, e de ouvir a sua voz. Ela apenas respondia com algumas expressões e acenos com a cabeça. Quando (até eu) já pensava para mim que daquele mato não ia sair coelho, a HM atira o seu cigarro e diz-me: "És simpático. Mas não gosto de conversar aqui na porta. Dá palha para conversa. Anda, vem tomar café comigo." Daí a estarmos a trocar números foi um instante. Começamos a falar regularmente, e a conversa ia sempre descendo no nível, mas subindo no interesse.
Não foi fácil conseguir convencer a HM a jantar, também devido às diferenças geográficas, mas também porque ela tinha medo de agir com o coração, de agir com coragem. Mas my name is Charmoso e delicadamente fui insistindo até que ela cedeu. Fomos jantar a um sítio agradável, escolhido por ela, bebemos um bom vinho, conversamos, rimos e desenvolvemos a nossa empatia. Já tocados pelo espírito rejuvenescedor de um digestivo, ela desafiou-me:

- Terminamos a noite num bar, meu darling Charmoso?
- Não. Sei de um sítio bem melhor para terminar a noite. - arrisquei eu.
- Não devia, mas vou confiar em ti. Leva-me lá a esse sitio... - concordou a HM, com um ar de riso


Arranquei com destino a um parque de estacionamento meio vazio.No rádio do carro uma música calma e relaxante. Em mim uma enorme vontade de sentir o tesão que fazia vibrar a HM. E no banco do passageiro, seguia ela, bela e formosa, de saia curta e meias escuras... Chegados, começamos com algumas brincadeiras e risos, até que finalmente os nosso lábios se tocaram. A partir desse momento a grande dificuldade era conseguir separá-los. Ela beija-me de forma intensa, sensual e quente. Estava a adorar cada passagem da sua língua pelos meus lábios. Com as nossas bocas embrulhadas, resolvi começar a explorar o seu corpo, percorrendo com as minhas mãos todo o seu corpo, até parar no seu generoso peito. A forma bastante arredondada de seus peitos estava a deixar-me extasiado. Eu estava a tentar prolongar os meus desejos ao máximo, mas não resisti a sacar-lhe um peito para fora da blusa, e a chupar o seu bico que já estava tão teso que mais parecia a ponta de um cabide. Ela, de forma meio envergonhada, meteu a mão no interior das minhas calças, agarrando o meu pau que para além de grosso e teso estava também todo babado de tesão. Não se fez rogada a dizer que era um belo pau, o que para mim não foi novidade nenhuma. 
Para estar em pé de igualdade com ela, usei a minha mão, grande e grossa, para lhe acariciar as pernas sensuais até encontrar a sua toca gulosa. Com o dedo grande acariciei a sua cona toda molhada, fazendo passar todo o liquido do tesão pela cona inteira, para a deixar bem molhadinha como eu gosto. Enquanto eu me divertia no seu buraco, ela ia brincando com o meu dardo quente, e iamo-nos beijando como dois esfomeados sexuais. Quando senti que a sua ratinha parecia um forno, concentrei os meus esforços no seu botão mágico. Acaricei com a pressão e delicadeza que o momento exige, e ia alternando estas caricias metendo o dedo bem fundo da sua cona, gesto ao qual ela se contorcia toda de prazer. O ritmo foi aumentado até que finalmente ela atingiu um orgasmo maravilhoso, gemendo e gritando e agarrando o meu pau com a força de quem o queria completamente. 
Nada invejosa, a HM, baixa-me as calças e os boxers e sem grandes falas coloca todo o falo na sua boca, sugando todo o sumo do prazer que banhava a cabeça do meu pau, que reluzia como uma estrela. Abocanhado com grande vontade, em pouco tempo senti que estava na minha hora. Ela, pressentindo que eu me estava a vir, retirou o pau da boca, deixando com que eu me esporrasse para cima de mim mesmo, sentindo o calor do liquido da minha entranha.
Descansamos um pouco, e a minha vontade era de voltar à carga e de a foder todinha, enterrando bem fundo no seu buraco, mas conversa puxa conversa e acabamos a noite abraçados, mas sem foder. Mas oportunidades haverá muitas e foi uma noite que eu gostei particularmente. 

Agora ando louco por lhe saltar à cueca.