VIVENDO!!!!
Herrar é umano!
Tesão em pessoa, sempre em busca de novos aromas a pele salgada e a fluídos que buscam satisfação num corpo em ignição, eu estou sempre atento às oportunidades de satisfazer a minha animalesca necessidade sexual. Muitos podem considerar uma anomalia genética, uma distorção desviante do desenvolvimento psicológico. Eu encaro tudo isto como o vício de fumar, beber, jogar, bater uma, jogar ao berlinde ou coleccionar pacotes de açucar. Eu fodo na mesma medida em que alguns coleccionam chávenas de café. A metáfora até é boa: às vezes também "roubo" algumas das minhas amáveis/descartáveis em bares, cafés ou restaurantes!
ATENÇÃO: A HISTÓRIA QUE SE SEGUE NÃO TEM UM FINAL (ASSIM MUITO) FELIZ! PESSOAS FACILMENTE INFLUENCIÁVEIS NÃO DEVEM CONTINUAR A LEITURA, SOB O RISCO DE SE VIREM A MASTURBAR DIA E NOITE...
Foi na minha incessante busca pelo orgasmo que conheci a Enfermeira (that's a too long story). Adelante.... Metidos no carro, com conversas porcas sobre fodas maradas e técnicas do pinanço, dou por mim com a Enfermeira a procurar um sitío para foder!
- Foda-se - pensei eu - Mas esta puta é ainda mais maluca do que eu!?!?!?
Pergunto-lhe eu de imediato:
- Que estás a fazer, caralho?
- Oh Charmoso!! Não me digas que não me vais dar uma boa foda!!!??
- Fodas dou quantas quiseres, boas é que já não prometo!!! - brinquei eu sem saber o que me esperava - Mas assim... confesso que não estou muito habituado a não ter eu a iniciativa. Até fico intimidado...
- Então habitua-te. Aqui quem manda sou eu
- GLUP (fiz eu mas ela não viu)
Mais tarada do que eu, mas num factor incrementado em vários graus acima de taradice, ela buscava incessantemente o sitio indicado para me papar. Encontrado o sitio, começamos na marmelada (e aí eu tentei ter a iniciativa, mas a boazona tesuda não deixava). Fode, não fode, passa gente, não passa, dou por mim agarrado às suas enormes mamas, e chupar-lhe ambos os bicos alternadamente. Ela, que em nada era poupada, agarra-se ao meu pau e inicia uma bela de uma punheta.
- Charmoso, tens de me foder!! - ordena a Enfermeira
- Nahhhhhhhhh! - respondi eu - Não há condições!!!
E sem que eu me aperceba, já ela se punha no banco de trás a chamar por mim. Brincamos um pouco, mexe aqui, mexe ali... até que ela me resolve montar:
- Vais-me deixar vir três vezes, não vais Charmoso?
- Claro minha puta, claro!
- Fode-me então! - diz ela com aquela carinha a tesão...- Olha ......... vim-me! Foda-se!!!
- Vieste nada!!!!!!!!!!!!!!!!
- Vim!!! Caralho!!!!
- Ahahahahahaha!!! Eu pedi três, mas contentava-me com uma bem dada Charmoso!!!
Bem, a verdade é que esta aventura teve um final pouco feliz. Aqui o Charmoso, talvez intimidado pela destreza e iniciativa da Enfermeira fodilhona, veio-se uns segundos após ela me montar.
É fodido. É a segunda vez na vida que me acontece, eu ainda me consigo rir da situação porque não lhe dou qualquer importância, mas a miúda não achou grande piada. As coisas não podem correr sempre bem, certo?
- Ficas-me a dever uma bem dada, ok garanhão??? - pediu ela na despedida....
Agora compete-me corrigir o enorme erro que foi encher a gaja de leitinho antes dela ter todo o seu merecido prazer. E eu até sou um gajo que só me esporro depois de perceber que a parceira está plenamente satisfeita... Para compensar esta mal dada, hoje vou a uma festa privada de sexo. Vou foder até me doer o meu dardo!!!!
Wanna come????
Que se foda!!!
Não sei se alguma vez alguma de vocês sentiu isto, mas eu, às vezes sinto-me sozinho, mesmo estando rodeado de pessoas conhecidas.
É por esse nobre motivo que às vezes sinto a falta de alguém. Alguém em quem possa confiar de verdade. Houve em tempos alguém, mas como toda a matéria, tudo se transforma!
E às vezes, muito mais que sexo, contento-me só com umas boas e sinceras palavras. Mas parece difícil, e acabo sempre por achar que todos nós procuramos a cura para os nossos males, sem haver um enquadramento nas necessidades do outro. Somos todos egoítas por natureza (eu incluído!)
E que se foda o mundo que eu não me chamo Raimundo!!! ;)
É por esse nobre motivo que às vezes sinto a falta de alguém. Alguém em quem possa confiar de verdade. Houve em tempos alguém, mas como toda a matéria, tudo se transforma!
E às vezes, muito mais que sexo, contento-me só com umas boas e sinceras palavras. Mas parece difícil, e acabo sempre por achar que todos nós procuramos a cura para os nossos males, sem haver um enquadramento nas necessidades do outro. Somos todos egoítas por natureza (eu incluído!)
E que se foda o mundo que eu não me chamo Raimundo!!! ;)
Dez minutos
Foi o meu atraso, para o meu momento diário de felicidade.
"Enquanto dormes, por um momento à noite, é um momento ausente, que te deixa demorar . . ."
"Enquanto dormes, por um momento à noite, é um momento ausente, que te deixa demorar . . ."
Freelancer
Já dizia Fedor Dostoievski, um dos maiores romancistas da lieteratura russa, que "não há nada mais desesperante para um homem do que, ao ver-se livre, encontrar a quem sujeitar-se, poia a falta de liberdade não consiste jamais em estar segregado, e sim em estar em promiscuidade, pois o suplício inefável é não se poder estar sozinho."
Nunca tinha percebido a enorme promiscuidade existente entre o termo freelancer e eu próprio. A própria palavra provoca-me, seduz-me e faz-me explodir num orgasmo de letras e conceitos. Ambicionando a plena liberdade, a de espírito, a da criatividade, a da libertação da solidão acompanhado, sinto-me um caminhante desacompanhado de todas e quaisquer correntes. Gosto de assim ser. De sentir que posso mudar a minha vida do dia para a noite, sem que nada me faça prender.
Sou um freelancer do amor, da vida e da ocasião! Queres viver um bocado desta minha vida?
Cute girl (ou como diria um português sóbrio: gaja a fugir para o girinha)
Depois do meu dia de ontem que me levou a escrever um texto reivindicativo dos meus direitos enquanto homem com reais necessidades sexuais, eis que eu regresso para um prefácio (eu avisei que voltava carinhoso e fofinho).
Eu sempre fui contra os prefácios. Eles não se escrevem. Não devem ser escritos. No entanto, a minha visão da Girinha fez parir em mim uma enorme vontade de vos contar tudo o que sobre ela passou na minha cabeça.
Toda a gente que lê este blog, e até mesmo aqueles que perdem realmente tempo a absorver através dos olhos as letras que não mais são que o resultado das minhas vivências quotidianas, sabem que eu tenho um apurado e refinado gosto por mulheres. E não! Eu não avalio uma mulher pelos lindos olhos, nem pelo lindo par de pernas que faz mover um fantástico corpo. Gosto de mulheres que me cativem com as palavras.
A Girinha é uma dessas raras dádivas que Deus (oh merda, eu não acredito em Deus!!!), coloca no meu caminho. Apesar de nenhum contacto ter havido entre nós a não ser a tão badalada troca de palavras, não evitei que o pensamento de pecado domina-se a minha mente e a conduzi-se a imagens retratadas a tons de movimento e luxúria. Uma mulher tão única só podia transformar os minutos seguintes à minha visão, num orgasmo imaginado.
Imaginei-me a chegar-me tão próximo da Girinha que as nossas respirações se confundiam uma com a outra (acho que até imaginei ela a dizer: chega p'ra lá esse bafo!). Ela, ofegante, procurava cegamente pela dupla de saliências que formam os meus lábios. Eu fugia enquanto a minha força me permitia, mas a fraqueza trouxe-me à realidade, e, mordendo-lhe com suavidade os lábios, fui descobrindo com prazer o sabor do seu beijo. Mas, a suavidade do meu toque, tornou-se insuficiente para dois corpos e duas mentes que se procuram, e selvaticamente ela, sem qualquer pudor, faz os seus lábios colidir com os meus, transformando aquele momento num imaculado beijo, onde as nossas mentes viajaram para o interior do outro (ou seriam as línguas até ao estômago???). Sem mais, olho a Girinha nos olhos, enquanto faço o seu vestido deslizar pela pista que o seu corpo forma. Lentamente. Não resistindo à passagem pela boxe apetecida, coloco meu dedo bem lá no fundo, e, olhando-a nos olhos, vejo-a gemer: Puta! Com destino ao vale onde todos os prazeres podem acontecer, faço a minha língua começar uma longa viagem, numa lenta caravana molhada. Percorro o seu pescoço, e deleito-me na perfeição de cada um dos seus seios. O Charmoso demora-se com o prazer dos bicos da Girinha a enrolarem-se na sua língua.
Mas Charmoso, se chegaste aqui, porque não continuar viagem??? Parto então, com a mesma caravana molhada pela planície do ventre, o abismo do umbigo, até ao planalto onde em queda livre mergulho com meus dedos e língua ao sagrado local que faz a Girinha sentir-se novamente mulher. Num orgasmo onde sinto o meu crãnio ser prensado em suas coxas, sinto o prazer pelo prazer dela.
Como disse, não sou de prefácios. Mas a Girinha despertou em mim este prefácio, e eu prometo que vou fazer este prefácio transformar-se em mais um dia do quotidiano sensual e excitante do Charmoso.
Afinal: Everyone should feel the charming experience...
PS: Girinha?????? Por favor, é a mulher mais linda que eu já vi!
Eu sempre fui contra os prefácios. Eles não se escrevem. Não devem ser escritos. No entanto, a minha visão da Girinha fez parir em mim uma enorme vontade de vos contar tudo o que sobre ela passou na minha cabeça.
Toda a gente que lê este blog, e até mesmo aqueles que perdem realmente tempo a absorver através dos olhos as letras que não mais são que o resultado das minhas vivências quotidianas, sabem que eu tenho um apurado e refinado gosto por mulheres. E não! Eu não avalio uma mulher pelos lindos olhos, nem pelo lindo par de pernas que faz mover um fantástico corpo. Gosto de mulheres que me cativem com as palavras.
A Girinha é uma dessas raras dádivas que Deus (oh merda, eu não acredito em Deus!!!), coloca no meu caminho. Apesar de nenhum contacto ter havido entre nós a não ser a tão badalada troca de palavras, não evitei que o pensamento de pecado domina-se a minha mente e a conduzi-se a imagens retratadas a tons de movimento e luxúria. Uma mulher tão única só podia transformar os minutos seguintes à minha visão, num orgasmo imaginado.
Imaginei-me a chegar-me tão próximo da Girinha que as nossas respirações se confundiam uma com a outra (acho que até imaginei ela a dizer: chega p'ra lá esse bafo!). Ela, ofegante, procurava cegamente pela dupla de saliências que formam os meus lábios. Eu fugia enquanto a minha força me permitia, mas a fraqueza trouxe-me à realidade, e, mordendo-lhe com suavidade os lábios, fui descobrindo com prazer o sabor do seu beijo. Mas, a suavidade do meu toque, tornou-se insuficiente para dois corpos e duas mentes que se procuram, e selvaticamente ela, sem qualquer pudor, faz os seus lábios colidir com os meus, transformando aquele momento num imaculado beijo, onde as nossas mentes viajaram para o interior do outro (ou seriam as línguas até ao estômago???). Sem mais, olho a Girinha nos olhos, enquanto faço o seu vestido deslizar pela pista que o seu corpo forma. Lentamente. Não resistindo à passagem pela boxe apetecida, coloco meu dedo bem lá no fundo, e, olhando-a nos olhos, vejo-a gemer: Puta! Com destino ao vale onde todos os prazeres podem acontecer, faço a minha língua começar uma longa viagem, numa lenta caravana molhada. Percorro o seu pescoço, e deleito-me na perfeição de cada um dos seus seios. O Charmoso demora-se com o prazer dos bicos da Girinha a enrolarem-se na sua língua.
Mas Charmoso, se chegaste aqui, porque não continuar viagem??? Parto então, com a mesma caravana molhada pela planície do ventre, o abismo do umbigo, até ao planalto onde em queda livre mergulho com meus dedos e língua ao sagrado local que faz a Girinha sentir-se novamente mulher. Num orgasmo onde sinto o meu crãnio ser prensado em suas coxas, sinto o prazer pelo prazer dela.
Como disse, não sou de prefácios. Mas a Girinha despertou em mim este prefácio, e eu prometo que vou fazer este prefácio transformar-se em mais um dia do quotidiano sensual e excitante do Charmoso.
Afinal: Everyone should feel the charming experience...
Black cranium * CAUTION * It is not human!
Se apenas alguns de nós podessem ver excrementadas as suas ideias através dos derrames acidentais que meras ligações sinópticas produzem, e transportá-las para um blog, a infinita internet estaria mumificada num Faraó de ideias putas.
No meio desta merda toda sinto-me o patinho feio que fode, fode, fode, e depois escreve, escreve, escreve.
"-Ah Charmoso, conta-me lá das tuas aventuras!" "- Oh Charmoso, deves ser um amante do caralho,"
E se me dissessem antes: Oh Charmoso, lambe-me a crica!!! Oh Charmoso come-me a rata!!! Oh Charmoso esporra-me as entranhas gástricas!!! Oh Charmoso, abusa do meu recto!!!!
Sorry! Nem todos os dias estamos românticos e fofinhos. Hoje estou revolucionário! Amanhã regresso ao meu estado normal. . . .
.....................or not!!!!!!!!!!!!!!!!!
No meio desta merda toda sinto-me o patinho feio que fode, fode, fode, e depois escreve, escreve, escreve.
"-Ah Charmoso, conta-me lá das tuas aventuras!" "- Oh Charmoso, deves ser um amante do caralho,"
E se me dissessem antes: Oh Charmoso, lambe-me a crica!!! Oh Charmoso come-me a rata!!! Oh Charmoso esporra-me as entranhas gástricas!!! Oh Charmoso, abusa do meu recto!!!!
Sorry! Nem todos os dias estamos românticos e fofinhos. Hoje estou revolucionário! Amanhã regresso ao meu estado normal. . . .
.....................or not!!!!!!!!!!!!!!!!!
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