Não sei se alguma vez alguma de vocês sentiu isto, mas eu, às vezes sinto-me sozinho, mesmo estando rodeado de pessoas conhecidas.
É por esse nobre motivo que às vezes sinto a falta de alguém. Alguém em quem possa confiar de verdade. Houve em tempos alguém, mas como toda a matéria, tudo se transforma!
E às vezes, muito mais que sexo, contento-me só com umas boas e sinceras palavras. Mas parece difícil, e acabo sempre por achar que todos nós procuramos a cura para os nossos males, sem haver um enquadramento nas necessidades do outro. Somos todos egoítas por natureza (eu incluído!)
E que se foda o mundo que eu não me chamo Raimundo!!! ;)
Dez minutos
Foi o meu atraso, para o meu momento diário de felicidade.
"Enquanto dormes, por um momento à noite, é um momento ausente, que te deixa demorar . . ."
"Enquanto dormes, por um momento à noite, é um momento ausente, que te deixa demorar . . ."
Freelancer
Já dizia Fedor Dostoievski, um dos maiores romancistas da lieteratura russa, que "não há nada mais desesperante para um homem do que, ao ver-se livre, encontrar a quem sujeitar-se, poia a falta de liberdade não consiste jamais em estar segregado, e sim em estar em promiscuidade, pois o suplício inefável é não se poder estar sozinho."
Nunca tinha percebido a enorme promiscuidade existente entre o termo freelancer e eu próprio. A própria palavra provoca-me, seduz-me e faz-me explodir num orgasmo de letras e conceitos. Ambicionando a plena liberdade, a de espírito, a da criatividade, a da libertação da solidão acompanhado, sinto-me um caminhante desacompanhado de todas e quaisquer correntes. Gosto de assim ser. De sentir que posso mudar a minha vida do dia para a noite, sem que nada me faça prender.
Sou um freelancer do amor, da vida e da ocasião! Queres viver um bocado desta minha vida?
Cute girl (ou como diria um português sóbrio: gaja a fugir para o girinha)
Depois do meu dia de ontem que me levou a escrever um texto reivindicativo dos meus direitos enquanto homem com reais necessidades sexuais, eis que eu regresso para um prefácio (eu avisei que voltava carinhoso e fofinho).
Eu sempre fui contra os prefácios. Eles não se escrevem. Não devem ser escritos. No entanto, a minha visão da Girinha fez parir em mim uma enorme vontade de vos contar tudo o que sobre ela passou na minha cabeça.
Toda a gente que lê este blog, e até mesmo aqueles que perdem realmente tempo a absorver através dos olhos as letras que não mais são que o resultado das minhas vivências quotidianas, sabem que eu tenho um apurado e refinado gosto por mulheres. E não! Eu não avalio uma mulher pelos lindos olhos, nem pelo lindo par de pernas que faz mover um fantástico corpo. Gosto de mulheres que me cativem com as palavras.
A Girinha é uma dessas raras dádivas que Deus (oh merda, eu não acredito em Deus!!!), coloca no meu caminho. Apesar de nenhum contacto ter havido entre nós a não ser a tão badalada troca de palavras, não evitei que o pensamento de pecado domina-se a minha mente e a conduzi-se a imagens retratadas a tons de movimento e luxúria. Uma mulher tão única só podia transformar os minutos seguintes à minha visão, num orgasmo imaginado.
Imaginei-me a chegar-me tão próximo da Girinha que as nossas respirações se confundiam uma com a outra (acho que até imaginei ela a dizer: chega p'ra lá esse bafo!). Ela, ofegante, procurava cegamente pela dupla de saliências que formam os meus lábios. Eu fugia enquanto a minha força me permitia, mas a fraqueza trouxe-me à realidade, e, mordendo-lhe com suavidade os lábios, fui descobrindo com prazer o sabor do seu beijo. Mas, a suavidade do meu toque, tornou-se insuficiente para dois corpos e duas mentes que se procuram, e selvaticamente ela, sem qualquer pudor, faz os seus lábios colidir com os meus, transformando aquele momento num imaculado beijo, onde as nossas mentes viajaram para o interior do outro (ou seriam as línguas até ao estômago???). Sem mais, olho a Girinha nos olhos, enquanto faço o seu vestido deslizar pela pista que o seu corpo forma. Lentamente. Não resistindo à passagem pela boxe apetecida, coloco meu dedo bem lá no fundo, e, olhando-a nos olhos, vejo-a gemer: Puta! Com destino ao vale onde todos os prazeres podem acontecer, faço a minha língua começar uma longa viagem, numa lenta caravana molhada. Percorro o seu pescoço, e deleito-me na perfeição de cada um dos seus seios. O Charmoso demora-se com o prazer dos bicos da Girinha a enrolarem-se na sua língua.
Mas Charmoso, se chegaste aqui, porque não continuar viagem??? Parto então, com a mesma caravana molhada pela planície do ventre, o abismo do umbigo, até ao planalto onde em queda livre mergulho com meus dedos e língua ao sagrado local que faz a Girinha sentir-se novamente mulher. Num orgasmo onde sinto o meu crãnio ser prensado em suas coxas, sinto o prazer pelo prazer dela.
Como disse, não sou de prefácios. Mas a Girinha despertou em mim este prefácio, e eu prometo que vou fazer este prefácio transformar-se em mais um dia do quotidiano sensual e excitante do Charmoso.
Afinal: Everyone should feel the charming experience...
PS: Girinha?????? Por favor, é a mulher mais linda que eu já vi!
Eu sempre fui contra os prefácios. Eles não se escrevem. Não devem ser escritos. No entanto, a minha visão da Girinha fez parir em mim uma enorme vontade de vos contar tudo o que sobre ela passou na minha cabeça.
Toda a gente que lê este blog, e até mesmo aqueles que perdem realmente tempo a absorver através dos olhos as letras que não mais são que o resultado das minhas vivências quotidianas, sabem que eu tenho um apurado e refinado gosto por mulheres. E não! Eu não avalio uma mulher pelos lindos olhos, nem pelo lindo par de pernas que faz mover um fantástico corpo. Gosto de mulheres que me cativem com as palavras.
A Girinha é uma dessas raras dádivas que Deus (oh merda, eu não acredito em Deus!!!), coloca no meu caminho. Apesar de nenhum contacto ter havido entre nós a não ser a tão badalada troca de palavras, não evitei que o pensamento de pecado domina-se a minha mente e a conduzi-se a imagens retratadas a tons de movimento e luxúria. Uma mulher tão única só podia transformar os minutos seguintes à minha visão, num orgasmo imaginado.
Imaginei-me a chegar-me tão próximo da Girinha que as nossas respirações se confundiam uma com a outra (acho que até imaginei ela a dizer: chega p'ra lá esse bafo!). Ela, ofegante, procurava cegamente pela dupla de saliências que formam os meus lábios. Eu fugia enquanto a minha força me permitia, mas a fraqueza trouxe-me à realidade, e, mordendo-lhe com suavidade os lábios, fui descobrindo com prazer o sabor do seu beijo. Mas, a suavidade do meu toque, tornou-se insuficiente para dois corpos e duas mentes que se procuram, e selvaticamente ela, sem qualquer pudor, faz os seus lábios colidir com os meus, transformando aquele momento num imaculado beijo, onde as nossas mentes viajaram para o interior do outro (ou seriam as línguas até ao estômago???). Sem mais, olho a Girinha nos olhos, enquanto faço o seu vestido deslizar pela pista que o seu corpo forma. Lentamente. Não resistindo à passagem pela boxe apetecida, coloco meu dedo bem lá no fundo, e, olhando-a nos olhos, vejo-a gemer: Puta! Com destino ao vale onde todos os prazeres podem acontecer, faço a minha língua começar uma longa viagem, numa lenta caravana molhada. Percorro o seu pescoço, e deleito-me na perfeição de cada um dos seus seios. O Charmoso demora-se com o prazer dos bicos da Girinha a enrolarem-se na sua língua.
Mas Charmoso, se chegaste aqui, porque não continuar viagem??? Parto então, com a mesma caravana molhada pela planície do ventre, o abismo do umbigo, até ao planalto onde em queda livre mergulho com meus dedos e língua ao sagrado local que faz a Girinha sentir-se novamente mulher. Num orgasmo onde sinto o meu crãnio ser prensado em suas coxas, sinto o prazer pelo prazer dela.
Como disse, não sou de prefácios. Mas a Girinha despertou em mim este prefácio, e eu prometo que vou fazer este prefácio transformar-se em mais um dia do quotidiano sensual e excitante do Charmoso.
Afinal: Everyone should feel the charming experience...
Black cranium * CAUTION * It is not human!
Se apenas alguns de nós podessem ver excrementadas as suas ideias através dos derrames acidentais que meras ligações sinópticas produzem, e transportá-las para um blog, a infinita internet estaria mumificada num Faraó de ideias putas.
No meio desta merda toda sinto-me o patinho feio que fode, fode, fode, e depois escreve, escreve, escreve.
"-Ah Charmoso, conta-me lá das tuas aventuras!" "- Oh Charmoso, deves ser um amante do caralho,"
E se me dissessem antes: Oh Charmoso, lambe-me a crica!!! Oh Charmoso come-me a rata!!! Oh Charmoso esporra-me as entranhas gástricas!!! Oh Charmoso, abusa do meu recto!!!!
Sorry! Nem todos os dias estamos românticos e fofinhos. Hoje estou revolucionário! Amanhã regresso ao meu estado normal. . . .
.....................or not!!!!!!!!!!!!!!!!!
No meio desta merda toda sinto-me o patinho feio que fode, fode, fode, e depois escreve, escreve, escreve.
"-Ah Charmoso, conta-me lá das tuas aventuras!" "- Oh Charmoso, deves ser um amante do caralho,"
E se me dissessem antes: Oh Charmoso, lambe-me a crica!!! Oh Charmoso come-me a rata!!! Oh Charmoso esporra-me as entranhas gástricas!!! Oh Charmoso, abusa do meu recto!!!!
Sorry! Nem todos os dias estamos românticos e fofinhos. Hoje estou revolucionário! Amanhã regresso ao meu estado normal. . . .
.....................or not!!!!!!!!!!!!!!!!!
Pai
Não podia deixar de postar isto!
Estava aqui a reler posts antigos, embrulhado no arar de tempos passados e na vindima de sensações antigas. Escolhi a banda sonora e iniciei a minha viagem pelo tempo, deixando de lado trabalhos urgentes, e o mundo que existe bem longe dos meus ouvidos.
Nisto, surge o meu filho, com um papel meio estranho, geometricamente dobrado em quatro partes criteriosamente elaboradas com uma engenharia infantil de grande precisão. Nele a sua letra de principiante, numa capa imaginada. Um boneco e o meu nome por baixo.
- Pega Pai, é para ti!
Desdobrei o papel com algum distanciamento emocional, e, finda a leitura de tamanho esforço, juro-vos que até me vieram as lágrimas aos olhos:
pai
pai é a migo do Filho
Eu gosto de ti és meo amigo
A mãe gosta do pai
A Filha gosta do pai
E o quero que seisas meo amigo para sepre
(texto transcrito na integra com erros e tudo)
Senti-me o melhor pai do mundo! Assim, sem ninguém lhe pedir!
Estava aqui a reler posts antigos, embrulhado no arar de tempos passados e na vindima de sensações antigas. Escolhi a banda sonora e iniciei a minha viagem pelo tempo, deixando de lado trabalhos urgentes, e o mundo que existe bem longe dos meus ouvidos.
Nisto, surge o meu filho, com um papel meio estranho, geometricamente dobrado em quatro partes criteriosamente elaboradas com uma engenharia infantil de grande precisão. Nele a sua letra de principiante, numa capa imaginada. Um boneco e o meu nome por baixo.
- Pega Pai, é para ti!
Desdobrei o papel com algum distanciamento emocional, e, finda a leitura de tamanho esforço, juro-vos que até me vieram as lágrimas aos olhos:
pai
pai é a migo do Filho
Eu gosto de ti és meo amigo
A mãe gosta do pai
A Filha gosta do pai
E o quero que seisas meo amigo para sepre
(texto transcrito na integra com erros e tudo)
Senti-me o melhor pai do mundo! Assim, sem ninguém lhe pedir!
Interesse vs. espaço temporal
Já ouvi por diversas ocasiões as pessoas a questionarem-se acerca das suas reais capacidades de seduzir e de reter os resultados das suas conquistas.
Pois bem, eu fui mais longe e consegui chegar a brilhantes conclusões no que diz respeito ao interesse feminino ao longo do espaço temporal de relacionamento. Melhor ainda, peguei em tudo, adicionei-lhe um pouco de matemática. Umas equações e merdas dessas. O resultado está neste gráfico.
Portanto meninas, já sabem!!! É aproveitar na primeira noite porque depois o vosso interesse acaba ;)
Pois bem, eu fui mais longe e consegui chegar a brilhantes conclusões no que diz respeito ao interesse feminino ao longo do espaço temporal de relacionamento. Melhor ainda, peguei em tudo, adicionei-lhe um pouco de matemática. Umas equações e merdas dessas. O resultado está neste gráfico.
Portanto meninas, já sabem!!! É aproveitar na primeira noite porque depois o vosso interesse acaba ;)
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