Mulheres ao p(h)oder!

Qualquer mulher tem o direito de mandar em mim enquanto fodemos, porque eu presto vassalagem a qualquer mulher que transborde sensualidade, até nos gestos que possam parecer mais grotescos.

(Photo by Baly @ olhares.com)

Ninguém coloque interrogações desnecessárias na perspectiva que eu tenho de que as mulheres são eroticamente e sensualmente mais desenvolvidas do que os homens. Nós homens temos a pornografia e a sexualidade que completa o vosso leque cognitivo.

Portanto, quem resiste a uma mulher sensual?

Minha resposta: nem as próprias mulheres!

Masterized record!

(Photo @ olhares.com)

Eu ainda sou do tempo em que a House Music era efectivamente House Music. Em que se saía à noite e se sentia a sensualidade nas pessoas, transpirada através da batidas de um ritmo House. House Music era sinónimo de glamour, de antiguidade moderna. Era a simbiose entre o ritmo e a mente. O som penetrava-nos os ouvidos e sentíamos que trazia "rythim & Soul". Energy & Destination. Trazia emoção!

Hoje pensava isto no carro enquanto ouvia na rádio um estúpido comentador apresentar música electrónica comercial como House Music.

"House music is something that chears you up when your feeling down!! Yes it is! And everybody releases joy on the dancefloor . . ."

Grütz Nashid Rah!

Fico realmente convencido de que Portugal já evoluíu quando leio na primeira página de um jornal qualquer coisa sobre "... a equipa de perícia cientifica da GNR...". Compreendo que quem está a ler este blog neste momento vai ficar mais surpreendido com o facto de eu ler jornais do que com a GNR ter uma equipa cientifica. Por acaso sou um ferveroso adepto da leitura de jornais. Dantes lia "O Crime", o "Tal&Qual" e o "SexyClub". Agora fico-me apenas pela secção (ou seção, segundo o famoso acordo luso-brasileiro) de necrologia do JN.

Mas, pergunto-me eu, e o que seria hoje da nossa vida sem o Google?

Nota do autor: hoje foi a primeira vez na história do blog em que escrevo um post deitadinho na minha cama. Apanhei a mulher a arranjar as pestanas na casa de banho, e aproveitei para efectivar este momento histórico. (pronto, já expliquei porque é que o post não faz sentido nenhum).

Red Red Red


Meninas...








.... acho que me está para vir o período...





















... doí-me a cabeça e ando mal humorado!

Podes afirmar que eu apenas me sinto bem a testar os limites da realidade.

Porque o que é bom repete-se sempre!

(photo by Nuno Monteiro @ Olhares.com)

Passados apenas alguns dias da maravilhosa queca com a Orgásmica, não resistimos e voltamo-nos a encontrar! Desta vez procuramos o conforto de uma cama! Mas tudo foi tão bom como na primeira vez. Fodemos até nos faltarem as forças. Chupei-a, masturbei-a, fodi-a, fui chupado, fui comido, enfim . . . foi um final de tarde em grande!

Já fazia bastante tempo que eu não fodia tanto!

Orgasmic

(Photo by Luis Mendonça @ Olhares.com)


Concerteza já aconteceu a todos vocês falarem com alguém pela primeira vez e sentirem que já conhecem (ou que já deviam conhecer) essa pessoa à anos. Foi o que aconteceu quando troquei as primeiras palavras com a Orgásmica. Quando a vi, confesso que fiquei logo tocado pelo rosto que detinha recortes de sensualidade, e cujo corpo bem trabalhado, deixando antever um belo par de mamas, era o complemento perfeito. Enfim, tudo em si me fez lembrar o que de melhor uma mulher pode ter.
Dos olhares às palavras, as coisas aconteceram com naturalidade. Estava-me a saber bem toda aquela conversa, a sua voz sedutora penetrava em mim e abalava todo o meu ser. A aliança na sua mão esquerda brilhava a cada posto de iluminação, e eu sentia que estavamos cada vez mais perto um do outro.

Como Charmoso que sou, as palavras foram fluindo com a amostra daquilo que sou. Sentia-me confortável, e sentia que ela já não conseguia disfarçar a vontade de ser tocada (talvez nem eu . . .)!

- Paramos para jantar num sitio discreto?
- Hmmm... local longe de olhares onde se pode jantar, só conheço um! (tentei eu com a minha cantiga de bandido gasta)

Não colou... e fomos seguindo viagem até pararmos num local onde luz ou gente não constavam. O carro descansava já encostado a uns arbustos, num posto onde ninguém nos poderia ver. Articulamos mais algumas palavras de conveniência até que fui forçado a aplicar a táctica do costume. Peguei na sua mão e desvendava as formas da sua aliança. Num gesto pouco cavalheiresco puxei-a para junto a mim, num só golpe, tentei chegar com os meus lábios aos seus.

A Orgásmica ainda resistiu uns segundos. Eu ainda resisti uns milisegundos. Até que finalmente os nossos lábios faziam prova da vontade que nos vinha a consumir. Os gestos provocantes, excitantes, sensuais continuaram... Ela ergue-se e vem-se sentar no meu colo, colo esse que escondia o meu pau já erecto, doido por sair da clausura a que estava sujeito por baixo dos botões daquelas calças. Gostei de ver que ela não se fez de rogada, e que coçou o seu sexo, no meu, ainda com a roupa a servir de fronteira entre tesão e prazer! Catapultamo-nos um ao outro com loucura para o banco de trás, e continuamos entre carícias e braços, mãos indiscretas e linguas entrelaçadas. De repente ela pára para me dar um recado:

- Charmoso, beijas incrivelmente bem!

- Jura!!

- Juro... acumulas um calor incomum nesta zona (diz ela enquanto me toca os lábios superiores), o que faz com que os teus beijos transmitam algo indescritível (foi a melhor descrição que alguma vez ouvi).

E sem me dar mais tempo para conversas, tira as suas calças, baixa as minhas e coloca a mão no meu já enlouquecido dardo! Sentada em cima de mim, acabamos por foder de todas as formas, cores e feitios. Ela veio-se ... sei lá... cinco... seis vezes... mais talvez... perdi a conta! A cada stickada que dava naquela húmida e apertada cona, sentia cada vez mais tesão, e não queria que aquela foda acaba-se nunca! Ela sussurrava-me "mete-o todo!", seguido de um entesoado "mas que grande piça tu tens!", e eu ganhava mais e mais forças para a comer todinha!
Quando finalmente me estava quase a vir, retirei o dardo de dentro dela, banhando o seu rosto, língua e lábios com o meu abundante leite! Que bem que lhe ficava o meu sémen a escorrer pelo queixo!

Abraçamo-nos como dois amantes esfalfados pelo dispendio de energia causado pelo sexo, e fitamos as estrelas:

- O ceú hoje está lindíssimo! Tão estrelado . . . (disse eu)

- Sabes Charmoso, é incrível como em tão poucas horas que te conheço, consigo sentir tanta confiança em ti.

- É um padrão, e chama-se charme... (disse eu soltando um pequeno mas maroto sorriso - e pensando para mim: se soubesses que me apelido a mim mesmo de Charmoso!!)

Bem, e com a escrita desta minha aventura, já estou novamente de pau feito, só de me lembrar!

Vou ali exercitar os punhos e já volto . . .

Ednaldo - O Grande!

Enfim!!! Começo a ficar com a sensação de que esta região brasileira deve ter alguma nascente de coisas más!




Este Ednaldo soa-me a castigo!

Algo (i)mocional!

Não sou o Sr. Sabonete! Também sou capaz de esfregar no corpo de toda a gente, tal como o Sabonete. Mas o sabonete gasta-se e eu revitalizo!




Soap Me!


Photo by Joice Bispo @ Olhares.com

Ezequiel 25:17

"O caminho do homem justo é rodeado por todos os lados pelas injustiças dos egoístas e pela tirania dos homens de mal. Abençoado é aquele que, em nome da caridade e da boa-vontade pastoreia os fracos pelo vale da escuridão, para quem ele é verdadeiramente seu irmão protetor, e aquele que encontra suas crianças perdidas. E Eu atacarei, com grande vingança e raiva furiosa àqueles que tentam envenenar e destruir meus irmãos. E você saberá: chamo-me o Senhor quando minha vingança cair sobre você".