Confiança - as conclusões!
Tenho quase a certeza que todos vocês, pelo menos uma vez na vida, passaram pela situação de rejeição por parte de uma pessoa do sexo oposto. Eu também passo por muitas, como já aqui disse, também levo muitas tampas, mas aceito-as muito bem, pois eu sou um poço de auto-confiança! No entanto, ultimamente, as coisas não têem andado bem assim! Ando um pouco "abatido" fruto do dia a dia, e não tenho tido grande tempo para engates, fodas, quecas e coisas afins! A Amante já se queixou, a Médica já se zangou, a Mulher já stressou, isto só para falar nas "fixas". A juntar a tudo isto, apareceu assim de repente na minha vida uma pessoa que conversa após conversa, conseguiu que eu perdesse o meu lado sexual com ela, passando a respeitá-la!
Ora, como vocês sabem, isto é uma situação muito grave, porque quando passamos a pensar numa determinada gaja mais com a cabeça de cima do que com a de baixo, a coisa pode tornar-se um "case-study". É aqui que entra a definição de confiança! Porquê? Tudo porque a dita cuja, que é um poço de simpatia, disse-me com todas as letras que ainda não conseguiu confiar em mim! Mas, eu tive de definir confiança para poder tirar algumas conclusões. E cheguei a uma. Não se trata de confiança, mas sim, de vontade. Trata-se de conseguir tocar a alma, provocando uma forte vontade atractiva, devastadora e circunstancial! E no fundo, a minha falha anda a ser aí! Há bem pouco tempo conseguia elevar a alma das pessoas, tornando o momento apetecível. As mulheres desejavam mais o momento do que a mim, e eu, inconscientemente, passei a desejar ser o alvo apetecível, em deterimento do momento! E não sou feliz com isso, pois, nada como poder tornar um momento da vida de alguém, numa imagem inesquecível!
But I'm shure I will touch your soul!
Confiança: a definição!
Confiança é o acto de deixar de analisar se um facto é ou não verdadeiro, entregando essa análise à fonte de onde provém a informação e simplesmente absorvendo-a.
Confiar em outro é muitas vezes considerado acto de amizade ou amor entre os humanos, que costumam dar provas dessa confiança.
A confiança é muito subjectiva porque não pode ser medida, é preciso ter confiança em quem se confia para poder confiar, o que torna a confiança um conceito intrínsico.
Confiança é o resultado do conhecimento sobre alguém. Quanto mais informações correctas sobre quem necessitamos confiar, melhor, formamos um conceito positivo da pessoa.
O grau de confiança entre duas pessoas é determinado pela capacidade que elas têm de prever o comportamento uma da outra. Também é "a expectativa que nasce no seio de uma comunidade de comportamento estável, honesto e cooperativo, baseado em normas compartilhadas pelos membros dessa comunidade". Quando isso ocorre, tenho condições de prever o comportamento do outro em uma dada circunstância. Confiança é previsibilidade do comportamento. Ao observar o comportamento de alguém, somos capazes de identificar os valores que determinam por que as pessoas se comportam de uma determinada maneira. Portanto, quando digo que confio em alguém, estou querendo dizer que:
a) pertencemos à mesma comunidade de valores, e
b) sei que ele estará tão orientado para atender a meus/nossos interesses quanto eu próprio estaria se estivesse no lugar dele. Quando isso acontece, as pessoas não negociam: elas são capazes de entregar um cheque em branco e assinado.
Assim, a quantidade e a frequência das negociações podem ser indicadores de que nem tudo vai bem. Se a oportunidade de negociar pode ser um indício de relações democráticas e igualitárias, o excesso de negociações é um indicador seguro de falta de confiança porque, no limite, quando eu confio totalmente, não negocio. Assim, quanto maior o número de negociações, menor a abertura entre os interlocutores.
Mesmo quando duas pessoas possuem fortes vínculos afectivos - marido e mulher, por exemplo -, existem situações em que eles têem de negociar, porque um não confia na decisão do outro e isso não tem, em princípio, nada a ver com honestidade, mas sim com a incapacidade de prever o comportamento do outro. Um exemplo: numa Sexta-Feira à noite, voltando para casa, o marido está planeando ir ao cinema, pois há um filme a que ele quer muito assistir. Ao mesmo tempo, a mulher deseja ir ao teatro. Se um deles deixar a decisão nas mãos do outro - em confiança -, o desfecho será ganha/perda. Se decidirem negociar, deverão explorar os reais interesses em jogo. Se o que eles desejam é, realmente, assistir ao filme ou à peça, possivelmente cada um irá para seu lado.
Tecnicamente, pode-se dizer que, nesse caso, eles não confiam um no outro, ainda que em outras dimensões importantes do casamento a confiança seja total e irrestrita.
A rapidez na solução do impasse dependerá do grau de abertura existente entre os dois. Imagine que o marido teme abrir seus reais interesses para a mulher, com medo de magoá-la. Como resolver o impasse? Com abertura. Ou seja, quanto mais rápida e francamente eles revelarem o que desejam, mais facilmente poderão resolver esse problema.
fonte: wikipedia
Enquanto tomava café!
- Claro 'mor' achas que te quero magoar!?!?!?
- Ah, sei lá.... Chegas uma coisa para ajudar a escorregar tá bem?
- Não te preoccupes!
Cá p'ra mim alguém vai levar no cú hoje (ou já levou)!
B N C (aka BOM NA CAMA)

Fui intitulado pelas Gajas Podres de Boas com um BNC. Ora bem, e o que caralho é um BNC?? Pelos vistos um BNC é um Bom Na Cama, facto que por si só me deixou com os colhões arrepiados. Em que dados ciêntificos se basearam as Gajas Podres de Boas para esta nomeação? Fica a dúvida no ar...
Operárias vs. Imaginárias

Todos sabem como eu gosto de mulheres e de como elas me metem com a cabeça à roda. No entanto há um assunto que me vem moendo a cabeça já faz muito tempo. É que toda a santa gaja com quem falo parece que anda parva das ideias. Desde quando uma gaja para ser considerada uma boa foda tem de ter as curvas todas tiradas a taquímetro? Já aqui contei da boazona que não sabia foder!!! Pois eu acho que o aspecto físico vale o que vale. Claro que uma gaja dita "boazona" começa a ser comida logo ali com os olhos, mas eu cá prefiro as com alguns quilinhos a mais, mas que na hora da verdade se amarrem ao pau e só o largam quando a fonte secar! A este tipo de gajas eu chamo as operárias! Estas formigas trabalhadoras, só descansam quando elas e o seu par atingem o limite máximo do prazer, preocupando-se com ambas as questões e empenhando-se concentradamente no assunto. São sem dúvida o meu estilo de gaja. E estou-me cagando se são loiras, morenas, altas, gordas, desdentadas, carecas, com pentelheira, com risco ao meio... o que interessa é terem e darem prazer. Não há nada que me faça melhor no sexo do que ter a certeza que dou e recebo prazer. O sexo é feito a dois (pelo menos na maioria das vezes), e ambos devem tirar partido do acto.
Na outra face da moeda estão aquelas gajas que teoricamente são as boazonas, mas que no fundo não passam de uma burla, um embuste, uma boneca insuflável furada. Eu chamo-lhes as Imaginárias. Imaginárias, porque quando um homem normal (não eu que sou anormal), as vê, põe-se logo a imaginar que ela deve ser uma foda do caralho... mas na verdade ela só sabe tirar a cueca e deitar-se!
Mas na vida devemos experimentar tudo e eu não quero morrer parvo!
Love me two times baby!

As mulheres são um bicho complicado p'ra caralho! Vamos lá entendê-las! Um gajo nunca sabe como as vai encontrar, foda-se!
Vou seguir as setas!
De regresso

Primeiro Aniversário

Zona de repouso
Se a Marta me convidasse para um encontro, ela sabe que eu diria que não. Não vou a encontros, não gosto de encontros, nem quero encontros. Então ela, como qualquer mulher inteligente, engendrou um esquema do caralho para me apanhar e me comer. Cerca das 20H, recebo uma SMS:
"ESPERO POR TI NA ÁREA DE REPOUSO DA A*(não vou dizer qual a auto estrada ok). PRECISO MESMO DE DESABAFAR CONTIGO!"
Vou lá ter cheio de gás e sem saber para o que ia. Chego lá, sem a ver, ligo-lhe:
-Onde estás?
- Estou aqui, na zona de repouso.
- Mas isso aí é tão escondido!
- Ainda bem! É isso mesmo que eu quero!
Bom, fiquei assim um bocado meio turvo com a resposta, mas lá fui em direcção a ela. Cheguei, parei, ela entra nomeu carro! Começou a contar-me uma história sem nexo de um gajo que não a largava e que eu tinah de fazer de namorado dela, e não sei quê! No meio da conversa apercebi-me da jogada da gaja e nem a deixei piar mais: PIMBA, e espetei-lhe um bruto linguado!
Comemo-nos aos beijos e ela agarra-se ao pau como se fosse a primeira vez que tinha uma piça nas mãos (acho que ela apertou tanto que a puta estava roxa). Lá a consegui convencer a largar o pau, e quando ela avançou com a boca, eu até quase perdia os sentidos (imaginem se ela me apertava com a boca como com as mãos). Chupada nota 10 e na hora de montar saltamos para os bancos de trás! Ela em cima de mim, com a sais semi-erguida e as cuecas trazidas para o lado, montou-me de uma forma tão louca não não demorou nada a vir-se!
-Tens um caralho do melhor! - disse-me enquanto se vinha
Surpresas destas é o que eu gosto, e estas sim são as fodas que merecem ser contadas. Adoro escrever, mas entre escrever e foder, prefiro e preciso mais de foder. E deixo-vos um conselho, foder na área de repouso das áreas de serviço é altamente.
Fodam comigo!

